Os jogos "video games", na dose certa, são bons para as crianças.
Sempre na vanguarda, Don Tapscot divulga no site oficial dedicado ao seu tema de estimação, grown up digital, os resultados de um estudo levado a cabo na UE.
"A European Union study has found that video games are good for children and teach them valuable life skills. Specifically, “video games can stimulate learning of facts and skills such as strategic thinking, creativity, cooperation and innovative thinking, which are important skills in the information society.”
Toine Manders, the Dutch elected official who drafted the report, told the Guardian that: “Video games are in most cases not dangerous. We heard evidence from experts on computer games and psychologists from France, the US, Germany and the Netherlands and they told us that video games have a positive contribution to make to the education of minors.”
The study called for schools to consider using games for educational purposes. “Schools should pay attention to video games and inform children and parents about benefits and disadvantages that video games can have.”
This report is just as positive as the Pew Internet & American Life Project study that I wrote about when it was released in October 2008. “The stereotype that gaming is a solitary, violent, anti-social activity just doesn’t hold up. The average teen plays all different kinds of games and generally plays them with friends and family both online and offline,” said Amanda Lenhart, author of a report on the survey. “Gaming is a ubiquitous part of life for both boys and girls. For most teens, gaming runs the spectrum from blow-‘em-up mayhem to building communities; from cute-and-simple to complex; from brief private sessions to hours’ long interactions with masses of others.”
So why does the notion of games being bad for kids persist?"
http://www.grownupdigital.com/index.php/2009/02/eu-study-says-video-games-benefit-children/
segunda-feira, 16 de fevereiro de 2009
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
Growing up digital by Don Tapscott
Verifiquei que o podcast da intervenção de Don Tapscott na conferência de abertura do Ano Europeu da Criatividade e Inovação não foi disponibilizado no site http://criar2009.gov.pt/, fui procurar o google books e encontrei um resumo do livro"Growing up digital", para executivos sem tempo para ler, em:
http://www.bizsum.com/growingupdigital.htm.
Depois voltei ao http://criar2009.gov.pt/ para ler os posts dos Twitters e, mais abaixo, encontrei num dos blogs indicados como "Favoritos" a apresentação inteira, com textos e filmes Youtube. Está lá tudo, de uma ponta à outra, em:
http://sofiapedroso.wordpress.com/
Bons visisonamentos!
http://www.bizsum.com/growingupdigital.htm.
Depois voltei ao http://criar2009.gov.pt/ para ler os posts dos Twitters e, mais abaixo, encontrei num dos blogs indicados como "Favoritos" a apresentação inteira, com textos e filmes Youtube. Está lá tudo, de uma ponta à outra, em:
http://sofiapedroso.wordpress.com/
Bons visisonamentos!
segunda-feira, 9 de fevereiro de 2009
Cães: Raças Apuradas até à Morte
Desde que me lembro tenho cão e, até ao actual, todos eram de raça pura. Alguns tinham pedigree, um foi comprado em Paris (sou tão chique) e tinha tatuagem na barriga mas todos foram cães normais. Corriam até cair de cansaço e não de ataque cardiaco ou epilético, brincavam, comiam as porcarias que encontravam sem enorme risco de vida, acasalavam e tinham cachorros como manda a mãe Natureza.
Ando verdadeiramente banzada com os modernismos dos criadores de cães. Parece que transformaram os nossos companheiros de brincadeira ou de solidão em bonecos, que se montam e desmontam conforme os gostos de cada um. Gostamos de patas mais curtas, agora gostamos de focinhos mais curtos. Não importa que não consigam nadar ou respirar, o que interessa é que prossigam os restrictos parâmetros de Beleza canina instituídos por quem vive da sua exploração e cujo interesse é meramente mercantilista.
Estas regras desumanas não passam por se gostar da raça, preocupações pelo bem estar dos animais da raça que criam ou mesmo se o animal é apto para a vida. Será pedir muito que se criem animais de estimação saudáveis e aptos para VIVER?
As raças em que noto enormes alterações são as de origem Anglo-Saxónica, em particular os Bulldogues. É que há casos de bradar aos céus! De tanto os apurarem por puro capricho, já nem conseguem parir de forma natural, tendo de ser sujeitas a cesariana.
A Ofélia e a Jacinta, puras Bulldogue Inglês, morreram de ataques epiléticos aos 6 meses de idade, poucos meses depois de terem sido transaccionados por elevados valores monetários.
E quem os adquire não conhece o Conceito de Objecto Defeituoso nos Contratos de Compra e Venda, nem sabe que pode e deve exigir a devolução do valor dado, porque o contrato verbal de Compra e Venda irmado está ferido de morte tal como o cão seu Objecto.
Os que conhecam provavelmente preferem esquecer o desgosto, enterrar o assunto e comprar outro animal de imediato, alimentando assim involuntariamente este esquema ignóbil e enchendo os bolsos dos criadores sem escrúpulos.
Ando verdadeiramente banzada com os modernismos dos criadores de cães. Parece que transformaram os nossos companheiros de brincadeira ou de solidão em bonecos, que se montam e desmontam conforme os gostos de cada um. Gostamos de patas mais curtas, agora gostamos de focinhos mais curtos. Não importa que não consigam nadar ou respirar, o que interessa é que prossigam os restrictos parâmetros de Beleza canina instituídos por quem vive da sua exploração e cujo interesse é meramente mercantilista.
Estas regras desumanas não passam por se gostar da raça, preocupações pelo bem estar dos animais da raça que criam ou mesmo se o animal é apto para a vida. Será pedir muito que se criem animais de estimação saudáveis e aptos para VIVER?
As raças em que noto enormes alterações são as de origem Anglo-Saxónica, em particular os Bulldogues. É que há casos de bradar aos céus! De tanto os apurarem por puro capricho, já nem conseguem parir de forma natural, tendo de ser sujeitas a cesariana.
A Ofélia e a Jacinta, puras Bulldogue Inglês, morreram de ataques epiléticos aos 6 meses de idade, poucos meses depois de terem sido transaccionados por elevados valores monetários.
E quem os adquire não conhece o Conceito de Objecto Defeituoso nos Contratos de Compra e Venda, nem sabe que pode e deve exigir a devolução do valor dado, porque o contrato verbal de Compra e Venda irmado está ferido de morte tal como o cão seu Objecto.
Os que conhecam provavelmente preferem esquecer o desgosto, enterrar o assunto e comprar outro animal de imediato, alimentando assim involuntariamente este esquema ignóbil e enchendo os bolsos dos criadores sem escrúpulos.
sexta-feira, 6 de fevereiro de 2009
O que é a Marcha Global da Marijuana? O que é a COM.Maria?
No ano passado participei na Marcha Global da Marijuana, em Lisboa, tendo ouvido com atenção o que os oradores convidados tiveram a dizer, no final da dita, já no Largo do Camões. Esquecendo os eventuais aproveitamentos políticos de mediatização, os interesses comerciais na liberalização da Marijuana e os interesses individuais de quem a aprecia, o que me ficou na cabeça foram as palavras do representante de uma associação de doentes do HIV. Fiquei a saber que a marijuana tem menos efeitos secundários e é muito menos agressiva para organismos debilitados, que as alternativas no mercado farmacêutico e que para algumas casos, seria mesmo a opção ideal. Fiquei também a saber que é eficaz na redução do glaucoma. Será que liberalizar a cannabis é mesmo abrir a porta para liberalizar outras drogas? A Heroína e a Cocaína também têm capacidades medicinais?
O meu pensamento rodopia e vai sempre bater na mesma pescadinha de rabo na boca: se o alcool é permitido, porque não a Marijuana? É que, que eu saiba, poucas são as bebidas alcoólicas recomendadas por médicos. Na realidade só me ocorre o vinho, de preferência o tinto.
De qualquer forma, no próximo dia 9 de Maio, vai realizar-se novamente em Lisboa a Marcha. Eu cá gosto de andar informada, de preferência fora dos circuitos dos interesses económicos, portanto vou lá ver o que posso aprender este ano.
Informação sobre a COM.Maria em http://www.mgmlisboa.org/index.php
O meu pensamento rodopia e vai sempre bater na mesma pescadinha de rabo na boca: se o alcool é permitido, porque não a Marijuana? É que, que eu saiba, poucas são as bebidas alcoólicas recomendadas por médicos. Na realidade só me ocorre o vinho, de preferência o tinto.
De qualquer forma, no próximo dia 9 de Maio, vai realizar-se novamente em Lisboa a Marcha. Eu cá gosto de andar informada, de preferência fora dos circuitos dos interesses económicos, portanto vou lá ver o que posso aprender este ano.
Informação sobre a COM.Maria em http://www.mgmlisboa.org/index.php
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Guerra Eterna à Marijuana
quinta-feira, 5 de fevereiro de 2009
Como a Geração Internet está a mudar a governação, a inovação e a democracia
A abertura oficial do Ano Europeu da Criatividade e Inovação em Portugal aconteceu no passado dia 3 de Fevereiro, no CCB com uma conferência que contou com uma inestimável contribuição de Don Tapscott, sobre Governação 2.0: Como a Geração Internet está a mudar a governação, a inovação e a democracia.
Don Tapscott é co-autor do best seller WIKINOMICS e escreveu «Growing Up Digital - The Rise of the Net Generation».A sua apresentação foi dedicada precisamente às mudanças que a geração Internet vai inevitavelmente imprimir nas sociedades actuais (ie: família, empresa, economia) e sobre a forma como se relacionam com as estruturas organizacionais.
Dirigiu bastante o seu discurso aos actuais adultos e sobretudo aos que lideram empresas. Embora tenha informado que já vai em 61 anos (parece) não revela qualquer receio relativamente à "atitude" das gerações jovens, antes pelo contrário,mantém-se bastante optimista e esperançado na sua potencialidade para mudar o estado das coisas, para melhor.Encontrei uma entrevista de Jorge Nascimento Rodrigues a Don Tapscott em http://www.janelanaweb.com/geracao/entrevgup.html
Gostava muito de poder re-assistir à sua dissertação (vídeo-gravada no CCB) mas, até agora, a sua disponibilidade em podcast ou para download, não foi confirmada. Se calhar vou ter mesmo de ler os livros...
Ou isso, ou faço um "corta mato" igual a um dos jovens indicados por Tapscott como exemplo de típico e brilhante jovem da "Geração Internet". Este garantiu-lhe nunca ter lido um livro de fio a pavio, mas sim optado por pesquisar os capítulos mais importantes de cada obra no Google Books. Com esta técnica, foi admitido (com Bolsa duma renomada instituição qualquer coisa Roads), para um Mestrado (seria mestrado?) em Filosofia, na Universidade da Oxford.
Eu, que não pertenço à geração Internet, perguntei-me: Que é isso de Google Books?
O TPC está a tornar-se interminável...
Pelo menos já consegui iniciar o blogue. O mais difícil obstáculo que inventei para o protelar foi a escolha do nome. Agora já está!
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